Écologie IV

Allons conserver notre environnement et respecter quelques règles:

*Ne jeter pas des déchets par terre, mais à la poubelle.

*Fermer l’eau quand elle n’est pas nécessaire.

*Faire le recyclage.

*Faire du vélo.

*Utiliser les transports publics.

Tout cela pour obtenir une Planète heureuse

Beatriz Branco,

9 ème année

Classe B

“Aprender Ciências Experimentando”

Continuam a serem realizadas atividades do Projeto “Aprender Ciências Experimentando”, que consiste em realizar atividades e/ou experiências no sentido de incentivar a curiosidade científica aos alunos do primeiro ciclo de Mação. Estando envolvidos os docentes dos Agrupamentos de Física e Química e de Ciências da Terra e da Vida, bem como os das turmas do 1º ciclo e pré-escolar.

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Fotos :Fátima Estêvão

No dia 1 de fevereiro deslocaram-se à escola a turma do 3ºano, do primeiro ciclo. Foram recebidos pela professora Fátima Estêvão no Laboratório de Química, sala C5, os alunos foram questionados sobre onde existe água e onde a utilizam. De seguida confirmaram que a água é importante para a vida e realizaram diversas atividades experimentais. Os alunos envolvidos mostraram uma grande vontade de aprender, sempre entusiasmados e bem comportados.

A professora Fátima agradece a colaboração da professora da turma, bem como das alunas da turma 9ºC, Inês e Jéssica, que mostraram-se muito entusiasmadas e empenhadas em ajudar os alunos nas atividades.

Semana da Leitura

Aproxima-se o mês de março e com ele a Semana da Leitura que, novamente, animará todo o agrupamento com as mais diversificadas atividades. Tudo em nome do prazer, saber e cultura que um bom livro nos pode proporcionar. Assim, no âmbito deste evento, irão decorrer entre os dias 27 de fevereiro e 2 de março múltiplas iniciativas de divulgação e promoção do livro e da leitura não só na biblioteca, como também nos diferentes espaços escolares. Pais e encarregados de educação, alunos, docentes e não docentes e comunidade em geral serão convidados a celebrar o livro e a participar ativamente em ações de interesse educativo e cultural, onde o livro se assumirá como principal protagonista…

Programa

Atividade de leitura

A equipa da Biblioteca Escolar,

António Bento

Mario Balotelli

 

Foto retirada deste site

Mario Barwuah Balotelli was born in Palermo on 12th August 1990. Balotelli is an Italian footballer of Ghanaian origin, a very strong and skilled player, who owns a powerful shot in his right leg, Balotelli is seen as one of the best young strikers around the world, but he is also famous for his strong temper, maybe one of the most controversial players today, engaging in several discussions on the pitch and controversy off it. When he was 18 he played in the first team of Inter Milan. On August 12, 2010 he signed by Manchester City. On December 21, Balotelli won the Golden Boy that year and engages in more controversy during a statement on winning the award: “Well, there’s only one player slightly stronger than me: Messi. All others are behind me.”

Alexandre Marques   10º A

Poetas imortais

Luís Vaz de Camões é o maior poeta nacional, afamado como Homero, Virgílio ou Dante.

   Toda uma nação se identifica com o seu génio literário que imortalizou a idade dourada de Portugal e passou a sua memória para a posterioridade.

   As origens deste grandioso e ilustre poeta português estão envoltas em mistério: quer a data, talvez 1524, quer o local de nascimento são incertos, e várias cidades contendem entre elas a honra.

   Membro de uma família nobre mas empobrecida, o poeta pôde, apesar disso, estudar em Coimbra e obter um posto na corte de Dom João III.

   Entre 1547 e 1549 esteve, como muitos outros jovens do seu tempo, em Marrocos a lutar contra os Mouros e foi aqui que Camões perdeu um olho.

   Em 1553, em Lisboa, envolveu-se numa rixa com um oficial do rei e foi obrigado a partir para a Índia.

   Após um naufrágio, prisioneiro e sem dinheiro, passou dezassete anos vagueando pela Índia, China e Moçambique. Foi neste período que Camões escreveu a sua obra-prima, Os Lusíadas (1572), que relata a história da aventurosa viagem de Vasco da Gama até à Índia. Além de prestar homenagem ao grande navegador, o poeta compôs uma obra épica que glorificava Portugal: lendas e mitos são interligados com um relato de toda a história da nação lusitana, como se quisesse reafirmar a soberania portuguesa num momento em que a Espanha representava uma ameaça crescente.

   Em 1580, no mesmo ano em que Filipe II de Espanha atravessou a fronteira para se autoproclamar rei de Portugal, Camões morreu de peste na mais absoluta pobreza.

   Desconhece-se o lugar onde foi sepultado, mas os portugueses prestaram homenagem ao “príncipe dos poetas” no Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, onde o sarcófago de Camões está ao lado do seu herói, Vasco da Gama.

Prof. Ana Gameiro

Exposição “Herança muçulmana”

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Os alunos das turmas A e B do quinto ano fizeram miniaturas de picotas, mecanismo trazido pelos Muçulmanos para a Península Ibérica.

A picota era utilizada para captar água e transportá-la para a superfície.

Os alunos utilizaram vários materiais, tais como pedras, madeira, papel, cortiça, barro e esferovite.

No corredor do bloco B estiveram expostas dez réplicas da picota desde o dia trinta e um de janeiro até ao dia quinze de fevereiro.

Os alunos que fizeram as picotas ficaram muito orgulhosos delas e gostaram de participar nesta exposição.

Texto elaborado por Tiago Fernandes n.º22 do 5.ºB

Fotografias de Lígia Silva (professora de H.G.P.)

Eça – o retrato intemporal de um povo

   Parafraseando o poeta Afonso Lopes Vieira (1878 – 1946), Portugal é o “…lugar onde a terra se acaba e o mar começa.” É um país que sempre esteve casado com o oceano, um país de grandes navegadores, de canções heroicas e nostálgicas e de rendilhados em pedra. Um país pacífico, onde os humanos e a natureza aprenderam a viver em harmonia…

   Mas, hoje em dia, neste país à beira-mar plantado, a palavra de ordem mais proferida, desenhada, caricaturada, escrita, soletrada… tem cinco letrinhas apenas: “CRISE”!

   Recordando Eça de Queirós (1845 – 1900), cujas citações são de uma atualidade gritante, apesar de mais de um século passado, eis o que já preconizava o maior romancista da nossa literatura sobre o retrato político português, fazendo-nos parar no tempo como se este teimasse em não avançar e permanecesse inflexível à mudança! 

    “Hoje que tanto se fala em crise, quem não vê, por toda a Europa, uma crise financeira que está minando as nacionalidades? É disso que há-de vir a dissolução. Quando os meios faltarem e um dia se perderem as fortunas nacionais, o regime estabelecido cairá para deixar o campo livre ao novo mundo económico.”  

   “No terreno do dinheiro vence sempre quem tem mais dinheiro.”

   “ Que fazer? Que esperar? Portugal tem atravessado crises igualmente más: – mas nelas nunca nos faltaram nem homens de valor e de carácter, nem dinheiro ou crédito. Hoje créditos não temos, dinheiro também não – pelo menos o Estado não tem: – e homens não os há, ou os raros que há são postos na sombra pela Política. De sorte que esta crise me parece a pior – e sem cura.”                                                                                          

(in ‘Correspondência 1891)

   “Em Portugal a emigração não é, como em toda a parte, a transbordação de uma população que sobra; mas a fuga de uma população que sofre.”  

“Em Portugal não há ciência de governar nem há ciência de organizar oposição. Falta igualmente a aptidão, e o engenho, e o bom senso, e a moralidade, nestes dois factos que constituem o movimento político das nações. A ciência de governar é neste país uma habilidade, uma rotina de acaso, diversamente influenciada pela paixão, pela inveja, pela intriga, pela vaidade, pela frivolidade e pelo interesse.”

(in Distrito de Évora, 1867)  

   Até para a semana com novas citações queirosianas.

Prof. Ana Gameiro

Escritores Portugueses

   José Maria Eça de Queirós, nasceu no seio de uma família de classe média na região do Minho, em 1845.

   Após os estudos em Coimbra, iniciou uma carreira diplomática, que o levaria a Cuba, Grã-Bretanha e França, onde morreu em 1900.

   De espírito cosmopolita e influenciado pelas teorias socialistas de Proudhon, Eça de Queirós tornou-se no maior expoente do Realismo português. Em todos os seus romances, o escritor denuncia a banalidade e o provincianismo da classe média, sem renunciar a uma veia irónica subtil, muitas vezes pendente para o grotesco.

   O seu romance O crime do padre Amaro, publicado em 1874, é revelador deste provincialismo: a vida de uma cidade de província constitui o pano de fundo da história comovente do amor entre um padre e a sua senhoria. O caso tem um fim trágico mas com uma moralidade revolucionária para a mentalidade burguesa da época: o verdadeiro pecador não é o clérigo, mas a instituição que o força ao celibato.

   Eis quatro das suas principais obras: O crime do padre Amaro, 1874; O primo Basílio, 1878; Os Maias, 1880; A ilustre casa de Ramirez, 1900.    

Prof. Ana Gameiro

Carnaval

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Aproxima-se o Carnaval e os alunos das salas número um e número quatro, do Jardim de Infância de Mação puseram mãos à obra. Junto dos mais velhos procederam á recolha de informação sobre tradições de outros tempos. Ficaram a saber que na zona de Mação era habitual os homens vestirem-se de mulheres, chamavam-lhes as Matrafonas. Não havia palhaços nem grande consumismo, mas as pessoas divertiam-se à séria: pregavam partidas unas às outras, levando os vasos de flores para o adro da igreja, trocando os animais e as carroças de palheiros…atirando farinha e ovos. No dia de Carnaval fazia-se o ultimo baile, antes de começar a quaresma pois até à Pascoa, não eram permitidas as danças.

A gastronomia também tinha as suas tradições: Comia-se a cabeça do porco com grão (durante a quaresma, não se podia tocar em carne, pelo menos os mais pobres que não tinham dinheiro para pagar o direito a esse privilégio). O arroz doce era visita obrigatória na mesa do carnaval.

Recolhemos também alguns provérbios relativos a esta quadra.

Com toda esta informação recolhida, decidimos utiliza-la para elaborar um grande cartaz que se destina a participar num concurso organizado pela Biblioteca Municipal de Mação e que se destina a decorar as ruas durante o desfile de Carnaval. Assim podemos partilhar com toda a comunidade a nossa “Matrafona Maçanica( o carnaval de outros tempos)”.

Esperamos que pelo menos para os mais velhos, este projecto lhes traga algumas doces memórias.

Educadoras Fátima Filipe e Perpétua Marques

Programas a custo zero (8)

Este mês vamos falar de dois jogos, bastante diferentes, um de estratégia e um de plataformas, mas ambos open source.

FreeCiv

O FreeCiv é um jogo de estratégia baseado na evolução humana. Começamos com poucas unidades, com conhecimento limitado do mapa de jogo e com poucos conhecimentos científicos e culturais. É um típico jogo 4X (eXplore, eXpand, eXploit, eXterminate). Temos de explorar o mapa de jogo, expandindo o nosso território através da fundação de novas cidades e explorando os recursos disponíveis. Existem outras civilizações no mesmo mapa (controladas pelo computador ou por outros jogadores) que competem pelos mesmos recursos. Inevitavelmente vai ocorrer o contato entre as civilizações, tendo então de se escolher que rumo tomar: assinar um tratado de paz, iniciar trocas comerciais ou entrar em guerra.

Não é o tipo de jogo que se jogue em cinco minutos, nem em meia hora. Um jogo completo pode demorar muitos dias ou semanas (obviamente há a opção de gravaçao do jogo). Para quem goste de estratégia este jogo é um clássico.

SMC – Secret Maryo Chronicles

O Secret Maryo Chronicles é um jogo simples, mas bastante divertido. Foi inspirado no classico Super Mário e o seu aspecto e jogabilidade é muito semelhante aos “Mário” originais. O nosso heroi tem de saltar sobre os obstáculos, apanhando moedas e derrotando (ou esquivando) os adversários que se lhe atravessam.

O jogo está muito bem construído e tem uns gráficos cuidados e divertidos.

Por oposição ao FreeCiv, acima, este sim é um tipo de jogo em que podemos jogar apenas 5 minutos.

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